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A mostrar mensagens de junho, 2020

Doroteia Vasconcellos

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Doroteia Vasconcellos  mdoroteia.vasconcelos63@gmail.com HOJE APETECE-ME ESCREVER... Era uma vez...uma menina que tinha nos olho, Estrelas; na cabeça, uma Lua; no coração, um SOL; nas mãos , a Esperança e nos pés, Asas. Quando olhava, irradiava uma Luz intensa para tudo que observava e...quantas vezes a invejavam... Quando pensava, tinha sonhos, fantasias, muitas cores e pensamentos  em prata pintados. Quando sentia , um calor enorme irradiava de seu peito e os raios de sol emanados... eram como teias, onde ela se pendurava a observar, a cantar,  por vezes a chorar... mas o sentimento era quente como o Sol;  Nas suas mãos a Esperança  muito verde, por vezes desbotada, outras vezes viva... verdes de muitos tons... Haviam pétalas de rosas; haviam pérolas; havia orvalho... Quando caminhava...todos os caminhos tinham vento, tinham sol, tinham a lua que a faziam voar...voava...voava, pensava, sentia, cantava, sorria, chorava, amava, adormecia... A menina de olhos...

Pompeu José Vieira Pais

Pompeu José Vieira Pais  pjvpais@gmail.com 1) Poema do desconcerto Poeta, ando desagradado com estes dias mal pilotados, triste com esta república desarranjada, Pátria do superendividamento, terra dos cravos mal amada que despreza o espírito de conquista a cultura, os valores humanistas.  Pátria desgraçada, acorda com a ciência faz renascer a criatividade transforma a fraqueza em força para reverteres o caminho da decadência que me deixa desconcertado. Transforma a fragilidade em esperança, avança pela espiritualidade do poeta do antigo império. Pompeu José Vieira Pais 2) MAIO As maias nas portas das casas lembram-me de ti avó jovem e morena! E já estamos em maio no auge da primavera no ressurgir da paixão. Cereja, voltarás! Com a chegada do estio o amor parece um sonho cheio de pássaros festivos os piares quebram o silêncio que se faz sentir. Respira-se pouco com receio do vírus! O medo parecia pequenino, mas tem crescido, tem mudado a vida! Que retornem os sonhos perdidos no...

Natália Vale

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A QUEDA EXISTE A queda existe no mundo da imaginação, em que suaves fantasias povoam e descobrem os sentidos. O tempo passa, tudo passa. O eco parte naquele vento errante num dia sem alegria. Palavras incertas num mundo de descobertas, sentidos curiosos e horizontes sem fim, tudo era imenso, fantástico e fascinante, até que um dia… tudo desmoronou. Desaprendi de sorrir, faminta de sorrisos, andei a esmo, sem saber para onde ir, buscando a infinita alegria de outrora. Fecho os olhos, vagueio por céus azulados, a saudade surge. Nos meus versos lembro atos de infindas madrugadas. A queda existe e como o tempo que passa, voa ligeira, maquilha-me a alma numa tarde, longínqua, de verão. Natália Vale __________ “UM OLHAR PELO MUNDO” Olhei… À minha volta encontrei, Um Mundo devastado, Por Guerras grassado. Então…. Chorei! Olhei… Vi crianças perdidas, Órfãs, nuas, esfomeadas, Naquele Mundo desvanecidas, sem aconchego, isoladas! Olhei… Vi um Mundo que se perdia, Pela poluição que o envenenava, N...