Celso Miranda


Sono de criança

Fechou os olhos de mansinho
Docemente adormeceu
No seu rosto um sorrisinho
Que de criança era o seu

Tão docemente dormia
Como seu rosto mostrava
Um sorriso de alegria
Que seu sonho alegrava

Pelos pais vigiado
Enquanto dormia
Um anjo abençoado
Que também o protegia

Para os pais seu amor
Uma vida de esperança
A tudo dão valor
No sono desta criança

Celso Miranda
27/06/2020

 

Poeta

Seca a tinta no papel
E o fim da sua escrita
Suas palavras eram mel
Seu destino sua dita

Sua arte era escrever
Sua dor, seu sentimento
Nas palavras seu valer
Ditas a cada momento

Chorai, poetas chorai
Por alguém que já partiu
Sua arte com ele vai
Onde sua poesia surgiu

Porque o poeta morreu
Fica para lembrar
Tudo que escreveu
Que nos irá acompanhar
 

Celso Miranda

12/06/2020


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