Pompeu José Vieira Pais
Pompeu José Vieira Pais nasceu na cidade do Porto, freguesia de Campanhã a 13 de Março de 1959. Bancário de profissão. Licenciou-se em Gestão Bancária pelo Instituto Superior de Gestão Bancária. Possui o CCP de Formador e é membro da Ordem dos Contabilistas Certificados. Desde muito jovem que desenvolve o gosto pela Poesia. Tem participado em várias Tertúlias de Poesia e em Antologias Poéticas!
Poema do desconcerto
Poeta, ando desagradado com estes dias
mal pilotados,
triste com esta república desarranjada,
Pátria do superendividamento,
terra dos cravos mal amada
que despreza o espírito de conquista
a cultura, os valores humanistas.
Pátria desgraçada,
acorda com a ciência
faz renascer a criatividade
transforma a fraqueza em força
para reverteres o caminho da decadência
que me deixa desconcertado.
Transforma a fragilidade em esperança,
avança pela espiritualidade do poeta
do antigo império.
MAIO
As maias nas portas das casas
lembram-me de ti
avó jovem e morena!
E já estamos em maio
no auge da primavera
no ressurgir da paixão.
Cereja, voltarás!
Com a chegada do estio
o amor parece um sonho
cheio de pássaros festivos
os piares quebram o silêncio que se faz sentir.
Respira-se pouco com receio do vírus!
O medo parecia pequenino, mas tem crescido,
tem mudado a vida!
Que retornem os sonhos perdidos
no dia primeiro, a festa dos trabalhadores
ESPOLIADOS!!!
O vírus para tudo serve
PÃO E ROSAS!!!
Neste mês mariano
que não se vejam peregrinos em esforços desnecessários
mantenham a fé, festejem as mães numa epidemia de giestas!
É o mês da espiga e dos encantos femininos.
Maio inspira-me, fértil e abundante nos amores.
Maio vai devolver sorrisos.
Em maio como as cerejas ao borralho!
Pompeu José Vieira Pais
Obrigado pelo Vosso apoio e pela excelente divulgação da Poesia!
ResponderEliminar