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José Oliveira Ribeiro

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José Oliveira Ribeiro nasceu a 7/9/47 Em São Mamede Infesta- Matosinhos Casado há 48 anos, pai de 3 filhos e 4 netos Atualmente vive há 64 anos, em Pedrouços- Maia Empresário em nome individual de louças decorativas Reformado Faz parte de várias antologias E participa nas tertúlias poéticas da área metropolitana do Porto Autor do livro de poesia. Poemas e Versos a Razão de eu ter Nascido O QUE FALA MAIS ALTO Significa o que se possa imaginar Da existência das circunstâncias Como tudo que existe é assim... Como de coisas que são tantas Para as quais existe um fim… Como as conclusões existentes Que leva a vários pensamentos Em que o teor, se avalia pelo ser… E diz-se dos próprios momentos Que na vida faz tudo crescer… As vozes; tem o mesmo sentido Das várias diferenças também E muitas são para delas dizer… No momento de tudo que tem No interior do próprio parecer… Considera-se o que fala mais alto? Não! Por apenas serem só ideias Que se argumentam ao próprio jeito... Como se consideram a...

Adolfina Mesa

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Adolfina Mesa Adolfina Mesa, (1970), española (dobre nacionalidade), nada en Venezuela, Diplomada en Ciencias Empresariais, exerce como Artista, Escritora e Poeta, así como impartindo clases de Pintura e Artes decorativas. Salientar a súa participación en exposicións de pintura (Individuais e Colectivas): Galería Javier Román en Málaga; La Ferretería Eventos & Co. en Lugo; Biblioteca Pública de Lugo; Galería Nov Sala de Arte na Coruña; Sala de Exposicións Xunta de Galicia, Lugo; Sala de exposicións Concello de San Sadurniño; Sala de Exposicións do Museo das Aves de Cospeito; na Biblioteca Municipal de Barcelos, e na de Viana do Castelo, Portugal; Palacio Paolo V de Benevento, Italia; Ecomuseo de Montalegre, Portugal; no Castelo de Pambre co Instituto de Estudos Ulloáns, entre moitas outras. A súa obra artística ademáis de aparecer en libros e poemarios foi merecedora de galardóns menciónando o “Premio de Arte Galego José Domínguez Guizán” coa obra “Amor Mortal”. Como escritora ...

Celso Miranda

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Sono de criança Fechou os olhos de mansinho Docemente adormeceu No seu rosto um sorrisinho Que de criança era o seu Tão docemente dormia Como seu rosto mostrava Um sorriso de alegria Que seu sonho alegrava Pelos pais vigiado Enquanto dormia Um anjo abençoado Que também o protegia Para os pais seu amor Uma vida de esperança A tudo dão valor No sono desta criança Celso Miranda 27/06/2020   Poeta Seca a tinta no papel E o fim da sua escrita Suas palavras eram mel Seu destino sua dita Sua arte era escrever Sua dor, seu sentimento Nas palavras seu valer Ditas a cada momento Chorai, poetas chorai Por alguém que já partiu Sua arte com ele vai Onde sua poesia surgiu Porque o poeta morreu Fica para lembrar Tudo que escreveu Que nos irá acompanhar   Celso Miranda 12/06/2020

José Faria

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José Faria Natural de Pedrouços, Maia, a sua iniciação poética manifestou-se ainda na escola primária ao criar quadras de ocasião. Para além da sua atividade profissional de funcionário público dos serviços sociais e de saúde, foi redator principal do Jornal da Maia e artesão/escultor/entalhador. Presente em várias coletâneas, publicou em 1985, como ensaio, o seu primeiro livro de poemas intitulado “Beirões”. Em 2006, “Contos e Versos do Meu Caminho” (prosa e poesia) e em 2017, poesia de sonetos, “Atalhos”. - “A leitura traz ao homem plenitude; o discurso, segurança; e a escrita, precisão”. – Francis Bacon OPERÁRIO Calosas mãos sempre entorpecidas, Seca a pele dura pelo cimento; É também a branca cal esquecimento, Só se mantém o saber em mãos feridas. Saber de ti, qualidades esquecidas, Noutros há onde não há esquecimento; Que te dão, com fim no lucro, sofrimento, Dilatando de riqueza ócias vidas. Mais um dia sobrevives e são doridas, Essas mãos que ao mundo dão aumento; Dissipa-se o q...

PAULA NISA

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PAULA NISA / NISA PAULA Maria das Dores Lopes de Moraes Pimentel Bianchi Thedim. Nasceu em Rio-Torto, Valpaços, 1943. Especializada em Psicopedagogia, Literatura Francesa e Castelhana. Trabalhou com Bolsa do Ministério de Cultura Português e Bolsa de Fundação Calouste Gulbenkian. Autora de vários livros. Referenciada: Biblioteca Nacional de Portugal, Library of Congress, Cornell University Library, University of Illinois at Urbana- Champaign Library. Ultimamente abraça o projeto editorial Cartonera, Brasil. A saudade Estava mesmo ali, Ao lado, Em pensamento, Eternizando A dor incontida Da lágrima chorada Naquele e neste dia! Quem diria!... Que assim “voasses” Tão sem contentamento, Qual ave cansada, Que em dança Suava, pausada, Apenas sonha Com a madrugada De um novo amanhecer, E se recolhe, Dorida, Agasalhando A réstia De vida Como pode, Em silêncio, Não desnudando a dor Que lhe fere o coração, Impreterivelmente, Cortando fio a fio, A ligação umbilical Dos que se amam E agora te chora...

Eldad Mário Neto

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São os meus olhos de ver e de não ver Da cor com que se veste a ilusão. Esta boca que te beija não é minha, Mas a tua, que me beija, também não. Vamos deitar os corpos já cansados, A noite, sem estrelas, traz, em vão, Sonhos que sabemos arredados, Da crueldade fria da razão. Amanhã, pensei, um sol virá, Cobrir-nos de calor, de boa sorte, Numa figura de fada o céu trará, O horizonte claro, o vento norte. São os meus olhos de ver e de não ver, Da cor com que se veste a ilusão. É que esta boca que te beija não é minha, Mas a tua, que me beija, também não. Eldad Mario Neto Li a tua mão. Império de linhas feito. Grade a quebrar no impulso da libertação. Iniciava o gesto. Ali, estavas. Tudo estava. Palavras e silêncio. O olhar veio como nunca. Ribeira a chorar por mar. Tanto mar! Ofegante? A pele segredava. Veio o frio da noite. Entraste depois dos lábios. Dedos, não esqueçam! Ontem foi sempre tarde. Eldad Mario Neto eldadmarioneto@hotmail.com 

Martiño Maseda

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MARTIÑO MASEDA Nado en Xoibán – Vilalba (Lugo), no solpor do 1970. Escritor e licenciado en Filoloxía Hispánica pola Universidade de Santiago de Compostela. Colaborador en distintos medios de comunicación (A Chaira de El Progreso, Sermos Galiza, Galicia Dixital ou Terra Chá Xa). Dinamizador Cultural e Administrador de Culturalia GZ e Presidente da Asociación Cultural CALDALOBA. Gañador de distintos certames literarios de poesía e narrativa, en galego e castelán. En canto ás publicacións, boa parte delas en galego, ademáis das publicacións colectivas, cabe mencionar os relatos Todo por unha teima, O mercenario e Omnisciencia, e os libros de poemas Diario dun ser perdido, Nos labirintos da alma, Entre as paredes do silencio, Fotogramas da desfeita, Xeografía da desolación, Ti, (Des)Amor, A linguaxe das palabras rotas e Mapa de xeografía emocional. E un disco-poético titulado CRACK co músico Marcos Maoxu. Pandemia Comezabamos a espirnos cando o primeiro contaxio anulou as palabras que rec...